26 de abr. de 2012
A POESIA
A poesia não está no papel
Está na vida
Vista e sentida
Por olhos sensíveis
E corpos que se permitem ir além.
... Por almas que ousam
Interiores que gritam.
Ser poeta um dia é fácil
Difícil é sê-lo sempre.
Fácil é amar
Difícil é libertar a quem se ama
Libertar as palavras que inflamam.
Mas mais difícil não é libertar
Nem amar, criar, ousar.
Difícil é ser.
Um ser contido no mundo
E conter o mundo dentro de si.
Carolina Salcides
25 de abr. de 2012
O fim da procura
E eu vou te esperar por toda a eternidade
Pelo menos a minha, eu prometo
E quando nós dois formos uma verdade
Talvez eu termine este soneto
Com o amor mais puro e lindo que um ser humano possa sentir
E não tenha medo de me perder
Porque eu jamais vou deixar de te amar
Você é o meu destino final
Você é a razão da minha busca
A razão do meu viver
A esperança resnacida
Pela vontade de te ter
E então termino este soneto
Cheio de ternura e paixão
Pois terminou a procura
Incessante do meu coração
Waltinho
Pelo menos a minha, eu prometo
E quando nós dois formos uma verdade
Talvez eu termine este soneto
Com o amor mais puro e lindo que um ser humano possa sentir
E não tenha medo de me perder
Porque eu jamais vou deixar de te amar
Você é o meu destino final
Você é a razão da minha busca
A razão do meu viver
A esperança resnacida
Pela vontade de te ter
E então termino este soneto
Cheio de ternura e paixão
Pois terminou a procura
Incessante do meu coração
Waltinho
Lua crescente
Ah, Lua crescente...
Que nasce toda noite a minha frente
Como que para me guiar
Até perto de você
Ah, Lua crescente...
Envolta pela névoa de outono
Me acompanhando lado a lado
Para o aconchego do teu carinho
Ah, Lua crescente de outono...
Que ilumina este mar de asfalto
No qual navego na volta para casa
Ah, Lua! Que saudade vai me dar
Quando olhar para o céu
E não mais te encontrar
Anjo, era uma Lua linda
Cúmplice do nosso amor
Waltinho (para o meu anjo, amor da minha vida)
Que nasce toda noite a minha frente
Como que para me guiar
Até perto de você
Ah, Lua crescente...
Envolta pela névoa de outono
Me acompanhando lado a lado
Para o aconchego do teu carinho
Ah, Lua crescente de outono...
Que ilumina este mar de asfalto
No qual navego na volta para casa
Ah, Lua! Que saudade vai me dar
Quando olhar para o céu
E não mais te encontrar
Anjo, era uma Lua linda
Cúmplice do nosso amor
Waltinho (para o meu anjo, amor da minha vida)
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