15 de ago. de 2011

25 de jul. de 2011

Quem é o protagonista da sua vida?


Você têm sido o protagonista na construção da sua história, ou simples coadjuvante?
Acredito que você é o projetista da sua vida e o principal executivo para fazer da sua vida, um sucesso.

Um detalhe que pode fazer diferença, é imaginar que TODAS as suas experiências positivas e negativas, boas e ruins, tristes e alegres, de sucesso e de fracasso, são como uma tapeçaria gigante. 
Mas o padrão de sucesso ou fracasso, alegria ou tristeza é você quem vai determinar.

Você vai tecendo uma cortina para se esconder atrás como coadjuvante, ou sai de trás desta cortina e assume o papel de protagonista desta história chamada “minha vida”?
Você pode criar um tapete MÁGICO para levá-lo nas alturas.
Use suas lembranças de modo a fortalecer seu estado de espírito, para fazer da sua vida uma obra prima.
(Tadashi Kadomoto)
Créditos: Luciana Schiavo

24 de jul. de 2011

"Resiliência"

Resiliência é um termo proveniente da física que faz referência à capacidade que possui um corpo para recuperar sua forma original depois de suportar uma pressão. Resiliência não significa invulnerabilidade, nem impermeabilidade ao estresse. 

Está relacionada ao poder que a pessoa tem para enfrentar uma situação estressante e sair recuperada. 
A resiliência envolve fatores de risco e de proteção. 
Para Rutter (1985), os primeiros são os acontecimentos estressantes da vida, tais como a pobreza, as perdas afetivas, as enfermidades, o desemprego, as guerras, entre outros. Segundo ele, os fatores de proteção são as influências que modificam, melhoram ou alteram a resposta de uma pessoa frente a algum perigo que pode desencadear não adaptação. 
Entre estes, estão as relações parentais satisfatórias, fontes de apoio social disponíveis,auto-imagem positiva, crença ou religião, favorecimento da comunicação e colaboração na resolução de problemas

É fato que é em meio às crises que se criam as oportunidades. Podemos dizer que é justamente em meio às adversidades que o ser humano se recria, se reinventa e revela potencialidades até então desconhecidas.
Podemos dizer que uma pessoa resiliente encara as adversidades sobre outro prisma, como desafios, conseguindo retornar ao seu estado de saúde e espírito anterior a crise. 

A resiliência envolve dois fatores, os fatores de risco e os de proteção. Quando falamos em fatores de risco estamos nos referindo às adversidades que ocorrem na vida de todo o ser humano, são eles: morte de entes queridos, violência, desastres, desemprego, etc...  
Já os fatores de proteção, são aqueles que ajudam as pessoas no enfrentamento das adversidades, são eles; rede de apoio social, auto-estima, religião, e etc. 
A habilidade de resiliência é sempre resultante da interação entre os fatores de risco e proteção que o indivíduo possui.  
Parte-se do princípio de que, quando a crise é enfrentada como um desafio compartilhado, os relacionamentos são fortalecidos. 
Um senso de coerência colabora para motivar a construção do significado;
ao mesmo tempo, contribui para ativar os recursos disponíveis e o sentido para a vida. A apropriação da crise influencia como o sujeito irá lidar com a situação que está vivenciando. 
Quando se é atingido por alguma adversidade,tenta-se apreender como as coisas aconteceram. 




Então: Resiliência é sobre como lidar bem com a incerteza, o estresse e os reveses – em outras palavras, manter o equilíbrio sob pressão. E na nossa vida moderna, se estamos na escola, no trabalho ou em casa, não há falta de pressão. 
Manter nosso equilíbrio é algo que, parece, todos nós precisamos nos dias de hoje

17 de jul. de 2011

SER FELIZ SEM TER MEDO DE FICAR SÓ


Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no medo, amor nos desencontros  e aprender estar só!.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas principalmente, refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender  a lidar com os fracassos.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida apesar de todos os desafios,dos desencantos e das  incompreensões.( e olha,eles são muitos)
Ser feliz não é uma obra do destino, mas uma conquista de quem sabe analisar e refletir o seu próprio ser e, principalmente, conservar a conquista como uma pedra preciosa.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e sermos o autor da nossa história.Muitas vezes não sabemos escrever nossa história, com medo de transparecer nossas fraquezas,fracassos e medos.



É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida. Mesmo que esta manhã esteja chuvosa e fria.
Agradecer ao final do dia por tudo que passamos, olhar nos olhos do outro e dizer: Valeu a pena!Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. Se bem que as vezes nossos sentimentos  nos traem.

É saber falar de si mesmo. Isso é bem difícil, mas nada impossível. Olhe-se no espelho, veja seu reflexo translúcido e fale: Eu posso e consigo !!!
É ter coragem para ouvir um "não". Mesmo quando acreditávamos que seria  um enorme SIM .

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. A crítica nos faz crescer, mesmo que achemos que não.
É ter maturidade para falar "eu errei". Errar nos faz  cuidar melhor  dos nossos atos, palavras e pensamentos.
É ter ousadia para dizer "me perdoe". Mesmo que isso  lhe faça chorar.
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". Preciso de você como você é, com seus defeitos, suas iras, seus medos, suas neuras,suas angustias...



Preciso de você como você é, com suas virtudes, seu sorriso, seu olhar, sua cumplicidade, seu desejo...
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Mesmo que eu saiba que ao final de tudo isso, eu fique só.


                   


O grande desafio é:  SER FELIZ, SEM TER MEDO DE FICAR SÓ!!

14 de mai. de 2011

“18 de Maio “DIA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES”

O “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, instituído pela Lei Federal 9.970/00, no dia 18 DE MAIO, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro.  Esse dia foi escolhido, porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”.  Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados. Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune. 
A intenção do 18 DE MAIO é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta.
A violência sexual praticada contra a criança e o adolescente envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera as relações de geração, de gênero, de raça/etnia, de orientação sexual, de classe social e de condições econômicas. Nessa violação, são estabelecidas relações diversas de poder, nas quais pessoas e/ou redes satisfazem seus desejos e fantasias sexuais e/ou tiram vantagens financeiras e lucram usando, para tais fins, as crianças adolescentes. 
Nesse contexto, a criança ou adolescente não é considerada sujeito de direitos, mas um ser despossuído de humanidade e de proteção.  A violência sexual contra meninos e meninas ocorre tanto por meio do abuso sexual intrafamiliar ou interpessoal como na exploração sexual.   Crianças e adolescentes vítimas de violência sexual podem estar vulneráveis e tornarem-se mercadorias e assim serem utilizadas nas diversas formas de exploração sexual como: tráfico, pornografia, prostituição e exploração sexual no turismo. 

As violações dos direitos humanos sexuais de crianças e adolescentes não se restringem a uma relação entre vítima e autor. Essas violações ocorrem (e são provocadas) pela forma como a sociedade está organizada em cada localidade e globalmente. Podem ser destacadas, nesse aspecto, as atividades turísticas que não consideram os direitos de crianças e adolescentes, facilitando ações de exploração sexual. 
Nesse contexto, também estão os grandes empreendimentos que, quando não assumem a sua responsabilidade social, causam impactos nos contextos locais potencializando a gravidez na adolescência, o aumento de doenças sexualmente transmissíveis, o estímulo ao uso de drogas e a entrada e permanência de meninas e meninos nas redes de exploração sexual.
O enfrentamento à violação de direitos humanos sexuais de crianças e adolescentes pressupõe que a sexualidade é uma dimensão humana, desenvolvida e presente na condição cultural e histórica de homens e mulheres, que se expressa e é vivenciada diferentemente nas diversas fases da vida. 
Na primeira infância, a criança começa a fazer as descobertas sexuais e a notar, por exemplo, diferenças anatômicas entre os sexos. 
Mais à frente, com a ocorrência da puberdade, passa a vivenciar um momento especial da sexualidade, com emersão mais acentuada de desejos sexuais. 
Nessas fases iniciais do desenvolvimento da sexualidade (infância e adolescência), é fundamental a atenção, a orientação e a proteção a partir do adulto. 
Nenhuma tentativa de responsabilizar a criança e o adolescente pela violação dos seus direitos pode ser admitida pela sociedade.
Aos adultos, além da sua responsabilidade legal de proteger e defender crianças e adolescentes cabe-lhes o papel pedagógico da orientação, acolhida buscando superar mitos, tabus e preconceitos oferecendo segurança para que possam reconhecer-se como pessoa em desenvolvimento e envolverem-se coletivamente na defesa, garantia, e promoção dos seus direitos.
Queremos convocar todos – família, escola, sociedade civil, governos, instituições de atendimento, igrejas, universidades, mídia – para assumirem o compromisso no Enfrentamento da violência sexual, promovendo e se responsabilizando para com o desenvolvimento da sexualidade de crianças e adolescentes de forma digna, saudavel e protegida. 
Evento do dia “18 de Maio “DIA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES”,   que acontecerá em Campinas na Rua Treze de maio, Praça Rui Barbosa das 8:45 horas  às 16:30 horas.

Coordenadora da Comissão de ESCCA - CMDCA